■学会動向■


XI Congresso da Federação Internacional de Estudos sobre América Latina e os Caribes, Osaka, Japão, 24-27 de setembro de 2003
Política moderna e problema urbano no Brasil
Coordenador: SUMIDA Ikunori

A centralização e as tendências reformistas fazem parte da história desde a formação da moderna nação brasileira. Durante o Império o Brasil realizou a unidade nacional com o Rio. Após a República Velha, o governo Vargas teve seu enfoque maior na formação concreta de uma nação moderna. Prosseguindo com as idéias de Vargas, J. Kubitschek conseguiu industrializar o país através de capitais estrangeiros e centralizar o poder nacional através da construção da nova capital - Brasília. Já na época de Jânio a Jango e no governo militar houve uma tentativa de centralizar a administração brasileira. Sob a forte consciência de brasilidade do povo brasileiro, as duas capitais e São Paulo desenvolveram-se e desempenham atualmente funções importantes como centros, quer político, quer cultural do Brasil. Concomitantemente, aparecem as favelas no Rio e São Paulo e as cidades satélites em Brasília. Em São Paulo, o centro econômico mais importante no Brasil, a seguranca está sendo cada vez mais ameaçada pelo aumento da criminaridade em geral: delinquencia juvenil, furtos, roubos, assaltos, sequestros, homicídios, etc., criando graves problemas a polícia e a população. Os problemas sócio-econômicos aparecem mais nas cidades grandes para onde se dirige a população rural. O Brasil está experimentando uma séria crise econômica e nos últimos anos não tem sido fácil resolver os graves problemas resultantes da desigualdade social.

1. SUMIDA Ikunori "A função das duas capitais na integração política brasileira a diferença das rendas dos cidadãos"
Brasil contemporâneo, que tem procurado o desenvolvimento do seu grande espaço, teve uma experiencia de centralizacao e descentralizacao alternadamente. O que susutentou a centralização da uma nação quando ficou independente como império foi o Rio de Janeiro. Quando a forc,a de oligarquia de São Paulo aumentou, no Rio realizou-se a instalação da urbanização e fez-se a divisão das residências dos pobres e dos ricos, no comec,o do século XX. Na época de Vargas (1930-45) acelerou-se a centralizacao pelo Rio como capital do Estado. No processo do liberalismo após a segunda guerra mundial, o presidente J. Kubitschek (1956-61) implementou uma rápida industrialização e centralização pela construção da nova capital - Brasília. Num lado do país, o desenvolvimento do interior ficou objetivo dos povos e adiantou o planejamento urbano moderno, do outro lado, aumentou o espac,o das residências dos pobres, a diferançãa dos níveis de vida ficou notável. Vou considerar o processo da urbanização o que podemos chamar "diferença das vidas urbanas como uma diferança regional"

2. TADOKORO Kiyokatsu "Favela, como um espaco sócio-cultural do Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa"
Com base nos documentos literários existentes, analisaremos as favelas do Rio de Janeiro do ponto de vista histórico-social, considerando a "favelização" como um fenômeno urbano. Focalizando sua estrutura, vamos retratar a favela como um espaco sócio-cultural que se caracteriza pela "convivência segregada" de dois grupos: o dos "ricos" e o dos "pobres". Observamos assim a formação de uma pirâmide social. Discutiremos a mudança por que passaram as favelas cariocas, mudan,cas as favelas de outras regiões brasileiras. Chamamos ainda a atenção para o fenômeno de "estratificação social" dentro de uma mesma favela, como por exemplo a Rocinha, considerada a maior favela da América Latina. Por último, faremos uma breve reflexão sobre as políticas do governo federal e do governo estadual em relação as favelas e seus moradores, nos planos políticos e sociais.

3. OKUDA Wakana "Distrito Federal como um epítome do Brasil"
A construção da nova capital do Brasil, Brasília, começou em 1957 e foi inaugurada em 1960. Brasília era uma utopia e tambem deveria ser uma cidade sob controle no início do plano do governo dessa época. Apesar da intenção do governo de controlar a cidade, cresceu muito o número de "Vilas dos Invasores" no perimetro da nova capital. Essas invasões foram feitas pelos ex-trabalhadores da construção de Brasília e pelas pessoas que vieram procurar uma vida melhor, principalmente do Nordeste e do Norte. Nos anos 60, o governo tentou erradicar essas "Vila dos Invasores" como IAPI ou Esperança que existiam perto do Núcleo Bandeirante (é uma cidade satélite atual) que era Cidade Livre (uma cidade que foi construida para trabalhadores na época da construção). Então, o governo planejou fazer uma cidade satélite nova num lugar mais longe da nova capital para afastar todos os "invasores". O lugar que o governo escolheu foi um mato. Os moradores da nova cidade satélite que se nomeou de Ceilândia tiveram dificuldades para fazer a cidade. Ceilândia, que e conhecida como uma cidade dos "invosores" removidos, tem um estigma negativo desde sua inaugração. E agora também e conhecida como uma das cidades satélites mais perigosas do DF. Assim, Brasília e Ceilândia, foram construidas pelo planejamento do governo dessa época. Mesmo assim, as duas representam os dois extremos da sociedade brasileira moderna. Na apresentação, tenta-se entender a sociedade brasileira, pensando na história de Ceilândia; afastamentos dos "invasores" pelo governo, o ponto de vista do governo dessa época e a batalha dos moradores, considerando o Distrito Federal como um epítome do Brasil.

4. HAGIWARA Hachiro "Problemas Urbanos em São Paulo e Brasília:como refleção da situação sócio-econômica"
Problemas sócio-econômicos aparecem mais em cidades grandes aonde população rural se dirigem. Brasil está experimentando uma séria crise econômica nos últimos anos e a desigualdade social não se pode diminuir facilmente. Em São Paulo, centro econômico mais importante no Brasil, a segurança contra delinquência como furto, sequestro, homicídio, etc., está em uma situação difícil e piorando ainda. E outro problema e engarrafamento de tráfego da manhã e da tarde, faz inefeciente o movimento da muita gente. O sistema chamado Rodízio, começou nos 1990's para reduzir o número total de vehículos em fluxo na cidade, mas não resolve nada fundamentalmente. Em Brasília, há aspetos positivos de desenvolvimento, modernização e melhoramento, mas a segurança é um problema sério e em alguns lugares a situação está péssima. O engarrafamento na entrada para o Plano Piloto na parte da manhã e na saida do Plano Piloto para as cidades satélites na parte da tarde e um problema reconhecido a partir de varios anos atrás. A nova capital de Brasília foi planejada para uma população de meio milhão, mas hoje o Distrito Fededral conta acima de dois milhães de habitantes, e a maior parte mora nas cidades satélites e trabalham no Plano Piloto. Problemas urbanos são tão complexos com razães sócio-econômicas que sua solução requer esforços das próprias cidades e também estratégias do nível nacional.

5. TANIGUCHI Eri "A Condição Habitacional da População de Baixa Renda em Brasília e sua Política Habitacional"
A urbanização no Brasil está acelerando dramaticamente seu ritmo ao longo da industriazação nacional desde 1950. Nos anos 90, essa tendôncia se moderou um pouco, porém, hoje em dia cerca de 80 por cento da população brasileira está na área urbana. A área metropolitana enfrenta problemas, especialmente no setor habitacional, como infra-estrutura precaria, falta de moradias, deficit habitacional, etc. Esta apresentação trata de um programa habitacional criado em 1999, Programa de Arrendamento Residencial [PAR], com objetivo de ajudar a população de baixa renda nas grandes cidades. E também, uma cidade satélite de Brasília, chamada Samambaia, na qual esse novo programa foi implementado, será apresentada como um exemplo deste estudo. O problema de moradias de famílias de baixa renda no Brasil e um dos mais complicados para resolver. Entretanto, é verdade que, ao mesmo tempo, o governo tem procurado criar alternativas para aliviar a condição dessas pessoas, modificando a sua orientação na política habitacional. Desta maneira, a apresentação ira procurar avaliar a política habitacional brasileira atual, através do exemplo de Samambaia.



前のページへ

研究室トップページへ